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Publicado em 15/08/2025 - 19:49 / Clipado em 15/08/2025 - 19:49

Estudante é espancado por punks em São Caetano (SP) após discussão por causa de grupo de WhatsApp


História de FRANCISCO LIMA NETO

 

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Um estudante de 19 anos foi espancado na noite de terça-feira em São Caetano do Sul (SP) após discussão com uma colega de turma. Ele está internado na UTI de um hospital particular.O estudante recebeu diversos golpes de barras de ferro, principalmente na cabeça. Ele foi encontrado muito machucado e com sangramento intenso. Ele é aluno de EJA (Educação de Jovens e Adultos) da Escola Estadual Bonifácio de Carvalho Coronel, no bairro Santa Paula.

As agressões ocorreram na avenida Goiás, em uma praça na região do Teatro Municipal Santos Dumont. De acordo com a SSP (Secretaria da Segurança Pública), um casal de punks, de 19 e 25 anos, foi preso em flagrante, e um adolescente de 17 anos, apreendido.

Segundo a pasta, eles admitiram as agressões.

Segundo o boletim de ocorrência, a vítima, que está no 1º ano do ensino médio, relatou uma discussão com a aluna de 19 anos, há cerca de duas semanas, em razão da criação de um grupo de WhatsApp da turma. Uma das colegas criou o grupo para compartilhar assuntos das aulas, mas ele teria se recusado a ingressar no grupo. 

Na terça, uma aluna teria dito que foi ofendida pelo estudante com palavras racistas no grupo recém-criado. Ele negou, já que não participava do grupo. Essa estudante estava com uma faca, ainda segundo o registro policial.

A vítima pediu para ver as mensagens e explicou que não era o seu número de celular que tinha compartilhado as mensagens.

Nesse momento, ainda de acordo com o registro, a punk teria se aproximado e passado a chamá-lo de nazista. Ela deu um soco no rosto dele, que revidou. A partir daí, ele foi cercado por outras pessoas, que passaram a espancá-lo com barras de ferro.

O estudante correu e pediu ajuda dentro de um estabelecimento comercial. Uma pessoa que estava no local acionou a GCM (Guarda Civil Municipal). O grupo fugiu, mas a guarda, com ajuda de câmeras de monitoramento, conseguiu encontrar o casal e o adolescente. 

A punk de 19 anos afirmou que foi ofendida e ameaçada de morte pelo estudante no grupo de WhatsApp e, por isso, chamou os outros dois para escoltá-la até a escola.

O caso foi registrado na Delegacia de São Caetano do Sul como tentativa de homicídio. O Tribunal de Justiça afirmou que o caso está em sigilo.

A Seduc-SP (Secretaria da Educação do Estado de São Paulo-SP) lamentou o episódio e reafirmou ser contra qualquer tipo de violência, dentro ou fora das unidades escolares. A discussão entre os estudantes da EJA, todos maiores de idade, começou pela internet e a briga ocorreu fora da escola, acrescentou.

"A Diretoria de Ensino de São Bernardo do Campo [cidade na região de São Caetano] e a gestão escolar estão prestando todo o apoio ao aluno e à sua família. Um psicólogo do programa Psicólogos nas Escolas foi disponibilizado para atender a comunidade escolar. O caso será registrado no aplicativo do Programa de Melhoria da Convivência e Proteção Escolar (Conviva) para acompanhamento", afirmou.

A punk de 19 anos afirmou que foi ofendida e ameaçada de morte pelo estudante no grupo de WhatsApp e, por isso, chamou os outros dois para escoltá-la até a escola.

O caso foi registrado na Delegacia de São Caetano do Sul como tentativa de homicídio. O Tribunal de Justiça afirmou que o caso está em sigilo.

A Seduc-SP (Secretaria da Educação do Estado de São Paulo-SP) lamentou o episódio e reafirmou ser contra qualquer tipo de violência, dentro ou fora das unidades escolares. A discussão entre os estudantes da EJA, todos maiores de idade, começou pela internet e a briga ocorreu fora da escola, acrescentou.

"A Diretoria de Ensino de São Bernardo do Campo [cidade na região de São Caetano] e a gestão escolar estão prestando todo o apoio ao aluno e à sua família. Um psicólogo do programa Psicólogos nas Escolas foi disponibilizado para atender a comunidade escolar. O caso será registrado no aplicativo do Programa de Melhoria da Convivência e Proteção Escolar (Conviva) para acompanhamento", afirmou.

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Seção: Segurança