Publicado em 30/12/2025 - 16:24 / Clipado em 05/01/2026 - 16:24
Prefeitura oferece mais de 13 milhões de refeições em 2025
Capital atingiu marco histórico com a consolidação do maior programa municipal de segurança alimentar e nutricional do mundo
A Prefeitura alavancou suas políticas alimentares em 2025. Sob o lema “Comida na Mesa”, o município foi destaque ao servir mais de 13,85 milhões refeições e contribuir para que mais de 12,6 mil pessoas garantissem um emprego, de forma direta ou indiretamente, por meio de seus programas.
Considerada referência nacional e internacional, a cidade foi reconhecida pelo Guinness World Records por implementar o maior programa de segurança alimentar e nutricional, em âmbito municipal, do mundo. São nove frentes de trabalho que levam dignidade, respeito e solidariedade a quem mais precisa. Em São Paulo, as políticas públicas alimentares vão além de combater a fome: também promovem a reintegração social e a qualidade de vida.
“A alimentação é um direito básico e a gestão trabalha para assegurar a segurança alimentar e nutricional da população, integrando esse cuidado à promoção do desenvolvimento humano, social e econômico, sempre com atenção à sustentabilidade. O ano de 2025 foi determinante para reafirmarmos nosso compromisso com a cidade e com a garantia de que todos tenham dignidade ao se alimentar”, afirma o secretário executivo da Secretaria Executiva de Segurança Alimentar e Nutricional e de Abastecimento (SESANA), Vitor Arruda.
Avanços
No mês de novembro a Prefeitura firmou parceria com o Instituto Pacto Contra a Fome para aperfeiçoar as políticas da cidade, utilizando os dados e análises da organização para tomar decisões e sistematizar informações de forma mais eficiente. Com esta ação foram unidos propósitos em comum como o combate ao desperdício de alimentos, a erradicação da fome e a promoção de políticas alimentares mais sustentáveis, entre outros.
Em outubro a gestão participou do Milan Urban Food Policy Pact – MUFPP, evento que reuniu mais 160 municípios que, assim como São Paulo, estão comprometidos com a construção de sistemas alimentares urbanos mais sustentáveis, inclusivos e resilientes.
Além disso, o sistema alimentar municipal promoveu a reinserção social. Um dos programas participantes deste processo foi o Banco de Alimentos, que teve suas ações ampliadas recebendo 560 toneladas de alimentos, todas reaproveitadas. Foram doadas 542 toneladas a entidades cadastradas.
Parte dos donativos também foi destinada às unidades do Armazém Solidário, que teve a sétima, e maior, unidade inaugurada no M’Boi Mirim, Zona Sul, no mês de agosto. O equipamento, que conta com 765 m², marcou o início de uma parceria com o Sampa+Rural. Atualmente, os produtos cultivados por agricultores urbanos e periurbanos estão disponíveis para compra. O Armazém é um projeto social que facilita o acesso de quem tem o CadÚnico a bons alimentos e gera emprego a 171 pessoas, além de contribuir para a economia local.
Outra iniciativa foi a Rede Cozinha Escola (RCE), por meio da qual são servidas refeições de segunda a sábado, gratuitamente, e garante capacitações profissionais para os colaboradores que atuam na cozinha. Em parceria com 65 Organizações da Sociedade Civil, o RCE gerou empregos, de forma direta ou indiretamente, a 682 pessoas, e serviu 7,385 milhões refeições ao longo do ano.
Além da produção de renda, a Prefeitura buscou promover o comércio local com o programa Rede Cozinha Cidadã (RCC), que neste ano entregou 5,07 milhões de marmitas pela cidade, fortalecendo a população e 75 restaurantes parceiros, servindo refeições, de forma gratuita, em 45 comunidades de São Paulo.
A cidade ainda se reafirmou como polo da economia do país e parte disso ocorreu devido à atuação dos empreendedores. Os Centros de Referência em Segurança Alimentar e Nutricional (CRESANs), espaços voltados à promoção do empreendedorismo local, ofereceram gratuitamente 135 cursos e oficinas no ramo da culinária. A partir destas capacitações, mais de 2.300 pessoas puderam se especializar na área e empreender com qualidade e conhecimento.
As atividades do CRESAN foram fundamentais para exercer a reeducação alimentar bem como o Cidade Solidária, que distribuiu cestas básicas gratuitamente para a população. Neste ano, mais de 376 mil pessoas foram beneficiadas com esse serviço, que entregou mais de 1,2 milhões unidades pela capital. Em parceria com o governo municipal, 2.333 entidades ajudam na distribuição desses alimentos, que chegam a comunidades periféricas, indígenas e de baixa renda.
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